Política Nacional de Resíduos SólidosNo mês de agosto de 2010 entrou em vigor a Lei que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Essa Lei estabelece as diretrizes, obrigações e responsabilidades aos empresários, governos e cidadãos pelos resíduos sólidos gerados. Determina as responsabilidades sobre o manejo dos resíduos sólidos, desde sua produção até o descarte após o consumo.
Estão entre alguns de seus objetivos e princípios a busca através da cooperação entre as diferentes esferas do poder público, o setor empresarial e demais segmentos da sociedade, por meio de uma visão sistêmica, para gerir os resíduos sólidos de modo a garantir proteção à saúde pública e a qualidade ambiental e assim disponibilizar as gerações futuras os recursos para funcionamento adequado da sociedade.
No texto é estabelecido o conceito de “responsabilidade compartilhada”. Todos que gerarem resíduos sólidos têm obrigação de buscar a melhor forma de manuseio de modo a garantir a destinação correta aos materiais. Como forma de se obter esses objetivos busca-se a não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.
Os Estados e Município ficam proibidos de criarem lixões e o descarte do lixo só será permitido em locais previamente autorizados e preparados para isso.
A Indústria é obrigada a cuidar de todo o ciclo de vida de seus produtos, desde a produção até o estágio de pós-consumo.
As empresas de construção civil deverão se preocupar com cada etapa da gestão dos resíduos gerados e providenciar a destinação correta para os mesmos. Tudo isso visando reduzir a geração de lixo, o desperdício de materiais, a poluição e os danos ao meio ambiente.
Como todos são afetados, o consumidor deve preocupar-se na hora de descartar os resíduos. Acondicionar o lixo de maneira correta e separá-lo quando houver coleta seletiva são alguns dos cuidados que o cidadão deve tomar. Além disso, o descarte de resíduos em praias, mares, rios e lagos passa a ser crime federal.
Incentivos financeiros são previstos pela Lei para financiar projetos que ajudem a minimizar e até solucionar o problema. Estados e município devem incentivar os trabalhos relacionados à gestão dos resíduos.
Oficina: Sistema de Condicionamento de Ar de Alta EficiênciaO CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável com o apoio institucional do Sesc São Paulo e o patrocínio da LG realizaram no dia 09 de junho a oficina: Sistema de Condicionamento de Ar de Alta Eficiência. Na primeira etapa do evento foram abordadas a realidade dos projetistas a partir do sistema de etiquetagem de eficiência energética, a norma ASHRAE e sistemas de certificação, aspectos do condicionamento de ar na etiquetagem e comissionamento do sistema de ar condicionado. Na segunda etapa foram apresentados cases práticos de eficiência de alguns fabricantes destes sistemas: LG, Trane e Daikin.
Oficina condicionamento de ar de alta Eficiencia 09.06.2010 - As apresentações estão disponíveis abaixo:As apresentações do 2º Seminário de Sustentabilidade e Facilities realizado pelo CBCS e pela Abrafac já estão no arABRAFAC, em parceria com o CBCS e patrocínio institucional da PHILIPS, realizou na manhã do último dia 26 na sede do Banco SCHAIN, em São Paulo, seu 2.º SEMINÁRIO SUSTENTABILIDADE E FACILITIES, com tema principal sendo a eficiência energética do edifício comercial.
Acesse as apresentações do evento abaixo:CBCS desenvolve projeto SUSHI - Sustainable Building Iniciative
(Iniciativa da Edificação Sustentável)O Projeto SUSHI, Sustainable Social Housing Iniciative, faz parte do SBCI Sustainable Building Iniciative (Iniciativa da Edificação Sustentável) e é representado no Brasil pelo PNUMA e o CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável.
O projeto surgiu devido à necessidade de se melhorar o produto final dos programas de habitação social promovidos pelos governos, já que, em muitos países, esse tipo de projeto resulta em habitações com baixa durabilidade, problemas de qualidade da construção, conforto interno inadequado, altos custos de manutenção, o que implicam em um potencial obsolescência prematura, desperdício de recursos naturais não renováveis, desperdícios de água e energia que são consumidos ao longo da vida útil destes edifícios e que impactam no orçamento familiar em função dos valores pagos nas contas de água e energia.
Resolução CONAMA 307 referente à reclassificação da madeira industrializadaVulnerabilidade em área de Risco: O que fazer?Seminário: Vulnerabilidade em área de Risco: O que fazer?
Data: 02/03/10
Local: Auditório da FGV, São Paulo
As ocupações urbanas principalmente nas áreas de encostas, morros, declives acentuados, adicionadas ao excesso de chuvas deste verão – que podem ter relação com as mudanças climáticas - têm dificultado a adoção de medidas preventivas a enchentes e deslizamentos de terra e colocado em risco a população que habita as chamadas áreas de risco, sem que haja tempo para desocupações imediatas a fim de se evitar as grandes tragédias.Clique abaixo nos arquivos para efetuar download das apresentações.
Impacto da mudança climática no Brasil - Carlos Nobre - Inpe
Gestão de águas urbanas - Mario Thadeu de Leme Barros - Poli-USP
Mapeamento das áreas de risco - Marcelo Gramani - IPT
Cenários para prevenção e proteção civil contra desastres - Ronaldo Souza Camargo - Sec. das Subprefeituras
Ocupação áreas de várzeas - Antônio Luis Lima de Queiroz - Cetesb
Abordagens para a drenagem no Município de São Paulo: Perspectivas de curto e longo prazos -
Miguel Bucalem - Secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo.
O risco de desabastecimento da Cidade de São Paulo - Paulo Massato - Sabesp
Como o setor do seguros vê os riscos decorrentes dos desastres em áreas urbanas - Gilberto Abreu - Grupo Real/Santander
Climate Change - Science Compendium 2009 Managing Editor: Catherine P. McMullen
Associate Editor: Jason JabbourSatterthwaiteO novo relatório do PNUMA destaca a urgência de os governos fecharem o acordo em Copenhague, como declarou o Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner.Reducing risks to cities from climate change; an environmental or a development agenda? Autor: Saleemul Huq, Sari Kovats, Hannah Reid and David SatterthwaiteDiscussions of how to address climate change have focused far more on mitigation (reducing greenhouse gas emissions) than adaptation (coping with the storms, floods, sea-level rise and other impacts that climate change will bring). The limited discussions on adaptation have also given little attention to cities. But many cities in Africa, Asia and Latin America and the Caribbean are at high risk from climate change – even as they (or the nation in which they are located) have contributed very little to greenhouse gas emissions...On agenda 21 for Latin American and Caribbean construbusiness -A perspective from BrazilAutor: Vanderley M. John, Vahan Agopyan, Christer SjöströmThe subject of this paper is about analysis of the challenges to make this complex sector more sustainable in the Latin American and Caribbean (LAC) region. the Regional economic, social and enviromental characteristics are presented. The relative size of the construbusiness in LAC economies is discussed. The relative importance of its environmental loads is discussed based on available CO2 generation data as well as ...Aquecimento globalAutor: Vanderley M. JohnO aquecimento do planeta é talvez a mais importante questão da agenda ambiental atual. O problema é simples de entender. A temperatura média do planeta é produto do balanço energético: a energia recebida do sol aquece; aquecida, a Terra se resfria emitindo radiação para o espaço.Guia de Sustentabilidade na Construção - Câmara da Indústria da Construção CIC/FIEMGConsultores Técnico: Vanderley Moacyr John e Diana CsillagsFoi lançado durante o Minascon 2008 o "Guia da Sustentabilidade na Construção", que visa orientar sobre os conceitos que envolvem a Construção Sustentável e os benefícios potenciais internos e externos aos empreendimentos que adotam as suas premissas. A publicação, que é inédita no país, é uma iniciativa do Sistema FIEMG, por meio da Câmara da Indústria da Construção (CIC-FIEMG), e é resultado do envolvimento e colaboração de várias entidades, entre elas o Sinduscon-MG que foi um dos coordenadores do projeto, e profissionais do setor. O Guia traz orientações sobre as principais ações e procedimentos que devem ser seguidos em cada fase de um empreendimento, com ênfase nas fases de planejamento e projeto, e os cuidados no planejamento da edificação para que ela se encaixe na definição da sustentabilidade.Avaliação de Políticas Públicas para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa em EdificaçõesCoordenação: Diana CsillagRevisão: Vanessa GomesEsta publicação pode ser reproduzida total ou parcialmente e em qualquer forma para fins educacionais ou não lucrativos sem permissão especial do detentor dos direitos autorais, contanto que seja referenciada a fonte.Guia para Avaliação de Contaminação de ImóveisAutor:Oferece a orientação necessária para verificar se a área a ser ocupada apresenta contaminação que coloque em risco a saúde e o meio ambiente.